A A- A+

Fundos e Coleções

Na divisão de Arquivos Permanentes possuímos Fundos e Coleções. Sendo que:

Fundo documental é o conjunto de documentos reunidos por uma pessoa ou entidade;

As coleções são conjuntos de documentos com características comuns, reunidos intencionalmente com uma determinada temática.

Selecione abaixo o item desejado para saber mais:

Fundo CIRETRAN – Série Prontuário de Habilitações

O acervo foi doado pela 36ª Delegacia. Contém prontuários de habilitações para dirigir veículos a motor ou a tração animal (cocheiros e carroceiros) abrangendo o período de 1935-1975. Os documentos trazem informações diversas, tais como características físicas dos candidatos.

Condições de Acesso e consulta: disponível.

Voltar ao topo

Fundo Fazenda Santa Gertrudes

A fazenda Santa Gertrudes teve origem no século XIX, a partir de uma gleba da Sesmaria Morro Azul que mais tarde se juntou ao Sítio e Engenho da Laranja Azeda. Seu fundador foi Amador de Lacerda Rodrigues Jordão, conhecido como Barão de São João do Rio Claro; o nome da fazenda é uma homenagem a Gertrudes Galvão de Moura Lacerda, mãe do barão.

O fundo é composto por mais de 200 livros, com documentos manuscritos à tinta ou cópias-carbono datilografadas, que atestam parte da rotina administrativa da fazenda no período de 1877 a 1960.

Condições de Acesso e consulta: restrito.

Relação Documentos da Fazenda Santa Gertrudes Voltar ao topo

Fundo Maria Cecília Bárbara Wetten

Nos anos 1970, durante o regime militar, Maria Cecília Bárbara Wetten colaborou com jornais e grupos de esquerda no Rio de Janeiro e em São Paulo, entre eles o Movimento de Emancipação do Proletariado (MEP); em outubro de 1977, foi presa e torturada. Defendeu a anistia e os direitos humanos de militantes presos e exilados.

O acervo contém periódicos, panfletos, revistas, poemas, desenhos, pirogravuras, textos políticos, cartas e relatos de Cecília sobre diversos momentos de sua vida. Os documentos foram doados ao Arquivo em 2011 pelo casal Nilson Santos e Elisabete de Lourdes Cristofolletti, e por Olga Salomão.

Condições de acesso e consulta: disponível.

Descrição do Fundo Cecília Wetten Inventário do Fundo Cecília Wetten Voltar ao topo

Fundo ou Coleção Marcello Schmidt

Político local ligado ao Partido Republicano Paulista (PRP), foi atuante durante o período conhecido como “República Velha”. Na documentação doada ao Arquivo em 1981, podemos identificar parte da vida particular e pública de Marcelo Schimidt através de documentos diversos colecionados por ele ao longo dos anos. O acervo é composto por: documentos pessoais (1861-2009), correspondências (580 unidades que abrangem o período de 1909-1934), livros (1880-1928), mapas (1893-1923), fotografias (1917-1929), partituras e recortes de jornais (1922-1929). Saiba mais Inventário Analítico da coleção “Marcelo Schmidt”, série inventário vol. 2, autores Ana M. P. M. Pagnocca, Carmen S. R. Camargo, Maria L. R. J. Machado e Silvia A. X. Camargo, 1982;

Condições de Acesso e consulta: disponível.

Inventário Analítico da Coleção Marcello Schmidt Voltar ao topo

Fundo M3

Fundado no ano de 1968, o Grupo M³ (Música X Mensagem X Momento) formou-se a partir da reunião de jovens moradores da cidade de Rio Claro (SP), que reconheceram o teatro amador como espaço de expressão para a visão de mundo da qual compartilhavam. Tendo participado de festivais realizados no Estado de São Paulo, o Grupo M³ conquistou algumas premiações, que se registram nos periódicos da época. O ano de 1971 marca o encerramento das suas atividades.

Condições de Acesso e consulta: disponível.

Voltar ao topo

Fundo Rádio Clube de Rio Claro

O acervo abrange o período de 1939-1989.

Contém discos de vinil, fichas informativas de discos, partituras musicais, roteiros de peças teatrais para rádio, programações musicais, textos e roteiros de programação, roteiros de programação para aprovação da polícia, recados diversos, correspondências comercial e de ouvintes, recibos, notas fiscais, contas a pagar e receber, anúncios de empregos, imóveis e missas, panfletos e fotografias.

Condições de Acesso e consulta: indisponível, aguardando higienização, catalogação e classificação.

Voltar ao topo

Fundo Plínio Salgado

O acervo é composto por 40.970 correspondências de 1926-1976 (61.194 páginas); mais de 400 livros, particularmente as obras doutrinárias de Plínio Salgado e publicações de autores integralistas; atas produzidas pelos núcleos da Ação Integralista Brasileira e diretórios do Partido de Representação Popular; 6 762 fotos familiares e políticas envolvendo a Ação Integralista Brasileira e o Partido de Representação Popular ; 570 exemplares de jornais e revistas, com destaque para A Offensiva (1934-1938), O Aço Verde (1935) e Monitor Integralista (1933-1937), Revista Anauê (1935-1937), Acção (1936-1938); além de objetos pessoais e material de propaganda política como botons, distintivos, medalhas, bandeiras, adesivos, louças etc.

Inventário – Plínio Salgado – parte I

Inventário Plínio Salgado parte II – Divisão de Arquivos Pessoais

Relação de Livros Biblioteca Plínio Salgado

Relação de Periódicos do Fundo Plínio Salgado

Relação de fotos Fundo Plínio Salgado

Voltar ao topo

Coleção Rui De Arruda

Rui de Arruda Camargo nasceu no dia 16/02/1910, em Rincão, e faleceu no dia 12/12/1982, na cidade de São Paulo. Estudou em Campinas e Jaboticabal; foi contador e advogado, formado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Participou da Revolução Paulista de 1932 e, posteriormente, se engajou no movimento integralista de Plínio Salgado. Juntamente com o professor Miguel Reale, organizou e dirigiu a revista de cultura Panorama, e com Tasso da Silveira, os Cadernos da hora presente. Foi secretário dos Negócios Internos e Jurídicos da Prefeitura de São Paulo e presidente do Instituto de Previdência do Estado de São Paulo (IAMSPE) e do Hospital do Servidor Público Estadual (DAMSPE).

O Arquivo abriga a biblioteca de Rui de Arruda desde o ano de 1984, sendo ela composta por mais de 4 mil livros, uma cabeça em bronze do homenageado, fotografias, além de documentos pessoais.

Condições de Acesso e consulta: disponível.

Voltar ao topo

Fundo Sociedade Beneficente Recreativa José do Patrocínio

A Liga Independente das Escolas de Samba de Rio Claro (LIESARC) foi criada em 1998, já a Sociedade Beneficente Recreativa “José do Patrocínio” (SBRJP) nasceu em 1948 como Sociedade Dançante Familiar “José do Patrocínio” e, na década de 1960, passou a ser Sociedade Beneficente e Recreativa “José do Patrocínio”.

O fundo SBRJP abrange o período entre 1961 e 2009 e está dividido em nove caixas e uma planta arquivada na Mapoteca. Os documentos pertencem à LIESARC — no período em que esta teve como sede o prédio da SBRJP —, à José do Patrocínio, e às escolas de samba do município de Rio Claro.

Condições de acesso e consulta: disponível.

Inventário do Fundo SBRJP Voltar ao topo

Câmara Municipal: Atas

A primeira sessão da Câmara Municipal de Rio Claro, e também o primeiro registro em ata, foi realizada em 1845. Nesse período, a Câmara exercia, ao mesmo tempo, as funções do Executivo e do Legislativo e era a principal instituição representante do poder local.

O acervo abrange as atas de 1845 até o início da década de 1990.

Condições de Acesso e consulta: disponível.

Voltar ao topo

Cartório do Registro Criminal (1837 À 1930)

Condições de Acesso e consulta: disponível.

Voltar ao topo

Círculo Rio-clarense de Orquidófilos

O Círculo Rio-clarense de Orquidófilos (CRO) foi fundado no dia 30 de julho de 1954, em uma reunião realizada na sede social do Centro Cultural e Beneficente Árabe Brasileiro. Nessa primeira assembleia estavam presentes Aloisio Calado, Angelo Corso, Arthur Meyer, Evaldo Wenzel, Ismael Hebling, João Stivali, Laert Hussni, Margarida Corso, Mario Ramos, Nelson Leonardo, Pedro Kleiner e Vicente Ongareli; a primeira diretoria, de caráter provisório, foi composta por Nelson Leonardo (presidente), Laert Hussni (secretário) e Mario Ramos (tesoureiro). No dia 06 de novembro do mesmo ano, o CRO realizou a 1ª Exposição de Orquídeas e Plantas Ornamentais de Rio Claro, na Galeria Scarpa.

Em 2007, uma emenda à Lei Orgânica determinou que a espécie Cattleya loddigesii Lindl se tornasse símbolo do município de Rio Claro, juntamente com Bandeira, Brasão de Armas, Hino, Gabinete de Leitura e Jardim Público.

O acervo do CRO inclui atas, recortes de jornais com notícias referentes ao grupo, boletins, correspondências internas e com outras associações, anotações manuscritas, entre outros documentos que testemunham mais de meio século de existência da entidade.

Condições de Acesso e consulta: restrito.

Voltar ao topo

Coleção Antonio Damiano

Antonio Damiano foi membro atuante da Ação Integralista de Rio Claro. Durante as décadas de 1940 e 1950, escreveu e publicou textos filosóficos em vários jornais da cidade de Rio Claro, sob o pseudônimo de Adamis.

O acervo é composto por correspondências (1947-1955) e produção intelectual (crônicas).

Condições de Acesso e consulta: disponível.

Voltar ao topo

Coleção Argemiro Dias (Mapoteca)

Condições de acesso e consulta: disponível.

Inventário da Coleção Argemiro Dias _Mapoteca Voltar ao topo

Coleção Augusto Schmidt Filho

Nascido em Rio Claro, em 1905, Augusto diplomou-se pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz e atuou na cidade no ramo de construções civis. Foi vereador em 1929 ocupando a vaga de Marcelo Schmidt. Filiou-se ao Partido Constitucionalista, atuando entre 1936-1938. Entre 1955 e 1958 exerceu o cargo de prefeito, retornando em 1963 e permanecendo até 1965 por decreto federal.

O acervo compõe-se de documentos pessoais (1900-1963), correspondências (1921-1972), discursos (1951-1965), discursos (1951-1972), documentos contábeis (1909-1956), propaganda política (1951-1967), fotos diversas (incluídas na Coleção Rio Claro), artigos e recortes de jornais (1961-1977).

Condições de Acesso e consulta: disponível.

Voltar ao topo

Coleção Augusto Caparica

Natural do Estado de São Paulo, Augusto alistou-se como grumete voluntário no Corpo de Marinheiros Nacionais em 1908. No ano de 1932, atuou na Revolução Constitucionalista de 1932 recebendo medalhas e condecorações.

O acervo é composto de documentos pessoais (1908-1968), álbum de família (1954), correspondências (1932) e, sobretudo, documentos relacionados à Revolução Constitucionalista de 1932: recortes de jornais com notícias do conflito e sobre o movimento (1932-1969), medalhas e folhas laminadas comemorativas do IV centenário de fundação da cidade de São Paulo (1932).

Condições de Acesso e consulta: disponível.

Voltar ao topo

Coleção Rio Claro de Fotografias

A Coleção Rio Claro de Fotografias possui mais de 6500 imagens, sobre épocas e assuntos variados, que ajudam a compor e a contar a história do município de Rio Claro. Parte do acervo é composta por fotografias reveladas, originais ou cópias, enquanto outra parcela encontra-se apenas no formato digital.

Condições de acesso e consulta: disponível.

Listagem da Coleção Rio Claro de Fotos Voltar ao topo

Coleção Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Rio Claro

O acervo é composto de recortes de jornais e relatórios de pesquisa de alunos. Os recortes trazem notícias sobre a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Rio Claro publicadas no ano de 1975 nos jornais “Diário do Rio Claro”, “Cidade de Rio Claro”, “Jornal de Piracicaba”, “Folha de São Paulo”, “O Estado de São Paulo” e “Diário Oficial do Estado de São Paulo”. Os relatórios de pesquisa se referem às pesquisas realizadas pelos alunos do curso de Ciências Sociais em 1963 com o objetivo de obter doações de documentos e objetos para serem incorporados ao acervo do Museu Histórico e Pedagógico “Amador Bueno da Veiga”.

Condições de acesso e consulta: disponível.

Voltar ao topo

Coleção Joana Batista Epiphânio

Os documentos foram doados por Heide Epiphânio no dia 15 de fevereiro de 1985.

O acervo é composto por documentos pessoais (1962-1980), correspondência (1974-1979), periódicos (jornal Comunidade/1976, Idéia/1948), recortes de jornais (1964-1977), miscelânea, fotos diversas (incluídas na Coleção Rio Claro), produção intelectual própria e de terceiros. Nestes últimos tópicos concentra-se o maior volume de documentação formada por textos e contos infantis de “Tia Joaninha” e peças para teatro infantil, de autoria de J. Triste (João Batista Pimentel) que eram transmitidos no programa radiofônico dominical apresentado por Joana.

Condições de acesso e consulta: disponível.

Voltar ao topo

Coleção Benjamim Ferreira

O português Benjamim Ferreira nasceu em 1906 vindo para o Brasil em 1924. Instalando-se em São Paulo, trabalhou como oficial de artesanato de louças de barros. Em 1927, Benjamim e seu irmão Manoel José Ferreira se instalaram em Rio Claro fundando a Cerâmica Brasil. Em 1940, os negócios progrediram com a organização da Cerâmica Lusitana. Em 1973, ambas foram unidas dando origem à Cerâmica Ferreira, Indústria e Comércio. Na vida social da cidade de Rio Claro, Benjamim atuou como Provedor da Santa Casa de Misericórdia e membro do Rotary Clube tendo sido agraciado com o título de “Cidadão Rio-clarense”. O acervo doado ao Arquivo compõe-se de correspondências (1971-1977), discursos/artigos (1970-1979) e recortes de jornais (1957-1982).

Condições de Acesso e consulta: disponível.

Voltar ao topo

Coleção Roberto Palmari

Roberto Fillipe Palmari nasceu na cidade de São Paulo, no dia 5 de junho de 1934. Descendente de italianos, viveu alguns anos na Itália como estudante e, posteriormente, como correspondente da TV Excelsior.

Foi produtor de TV, publicitário, ator, diretor de cinema e TV, locutor da rádio PRF2 (Rádio Clube) de Rio Claro e criador/editor do jornal “O Momento”. Na década de 1970 realizou alguns filmes como “O Predileto”, “Contos Eróticos” e “Diário da Província” (premiado na França, em 1992).

Roberto Palmari faleceu no dia 3 de outubro de 1992, na cidade de Porto Alegre, em decorrência de um aneurisma cerebral.

Os documentos reúnem parte da vida pessoal e jurídica de Palmari na condição de diretor de jornal, produtor de TV, cineasta e publicitário. Entre a documentação existem livros, textos de participações em seminários, congressos e encontros de pesquisa, poemas, contos, crônica, pesquisa de material para filmes, o roteiro não filmado de “Torre de Babel” e documentos relativos às empresas “Roberto Palmari Produções Artísticas Sociedade Comercial Ltda” e “Central de Criação Sociedade Comercial Ltda.”

Condições de acesso e consulta: disponível.

Inventário Roberto Palmari Voltar ao topo