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Bibliotecas

BIBLIOTECA PLÍNIO SALGADO

Plínio Salgado dedicou-se, simultaneamente, à literatura, à política, ao jornalismo e ao comércio editorial, como proprietário da Editora Clássica.

Plínio foi o mais influente e controvertido ideológico e ativista da direita brasileira defendendo teorias de nacionalismo puro. Em 1932, fundou a Ação Integralista Brasileira que pregava um nacionalismo rigoroso e exacerbado baseado em um regime político unitário, hierárquico e corporativista. Tendo como lenda “Deus, Pátria e Família”, o movimento procurava atingir o âmbito nacional ramificando-se pelas diversas partes do país.

O acervo é composto por correspondências (40.970 unidades de 1926-1976), livros (particularmente as obras doutrinárias de Plínio Salgado e publicações de autores integralistas), atas (produzidas pelos núcleos da Ação Integralista Brasileira e diretórios do Partido de Representação Popular), fotos familiares e políticas envolvendo a Ação Integralista Brasileira e o Partido de Representação Popular (3.280 unidades), jornais e revistas (570 exemplares com destaque para A Ofensiva (1934-1938), O Aço verde (1935) e Monitor Integralista (1933-1937) Revista Anauê (1935-1937), Acção (1931-1938), objetos pessoais e material de propaganda política (botons, distintivos, medalhas, bandeiras, adesivos, louças, etc.).

Condições de acesso e consulta: disponível.

Relação de Livros Biblioteca Plínio Salgado

BIBLIOTECA ROBERTO PALMARI

Roberto Fillipe Palmari nasceu na cidade de São Paulo, no dia 5 de junho de 1934. Descendente de italianos, viveu alguns anos na Itália como estudante e, posteriormente, como correspondente da TV Excelsior.

Foi produtor de TV, publicitário, ator, diretor de cinema e TV, locutor da rádio PRF2 (Rádio Clube) de Rio Claro e criador/editor do jornal “O Momento”. Na década de 1970 realizou alguns filmes como “O Predileto”, “Contos Eróticos” e “Diário da Província” (premiado na França, em 1992).

Roberto Palmari faleceu no dia 3 de outubro de 1992, na cidade de Porto Alegre, em decorrência de um aneurisma cerebral.

Os documentos reúnem parte da vida pessoal e jurídica de Palmari na condição de diretor de jornal, produtor de TV, cineasta e publicitário. Entre a documentação existem livros, textos de participações em seminários, congressos e encontros de pesquisa, poemas, contos, crônica, pesquisa de material para filmes, o roteiro não filmado de “Torre de Babel” e documentos relativos às empresas “Roberto Palmari Produções Artísticas Sociedade Comercial Ltda” e “Central de Criação Sociedade Comercial Ltda.”

Condições de acesso e consulta: disponível.

Relação de Livros Biblioteca Roberto Palmari

BIBLIOTECA RUI DE ARRUDA

Rui de Arruda Camargo nasceu no dia 16/02/1910, em Rincão, e faleceu no dia 12/12/1982, na cidade de São Paulo. Estudou em Campinas e Jaboticabal; foi contador e advogado, formado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Participou da Revolução Paulista de 1932 e, posteriormente, se engajou no movimento integralista de Plínio Salgado. Juntamente com o professor Miguel Reale, organizou e dirigiu a revista de cultura Panorama, e com Tasso da Silveira, os Cadernos da hora presente. Foi secretário dos Negócios Internos e Jurídicos da Prefeitura de São Paulo e presidente do Instituto de Previdência do Estado de São Paulo (IAMSPE) e do Hospital do Servidor Público Estadual (DAMSPE).

O Arquivo abriga a biblioteca de Rui de Arruda desde o ano de 1984, sendo ela composta por mais de 4 mil livros, uma cabeça em bronze do homenageado, fotografias, além de documentos pessoais.

Condições de Acesso e consulta: disponível.

Livros digitalizados

Livros esgotados disponíveis para download que constam da biblioteca de Apoio do APH. Clique sobre os títulos desejados para baixar: